Por que razão as pessoas sofrem em empregos ruins? E nem se dão ao trabalho de procurar um melhor?

Uma pessoa gasta em média mais de um terço da sua vida no trabalho. Isso é tempo demais quando ela está se sentindo insatisfeita, contestada, mal paga ou desvalorizada no trabalho. Mas, o engraçado é que a maior parte das pessoas aceita tal situação.

Num país como o Brasil, no qual faltam empregos, acabamos aceitando o quadro acima como algo inevitável. E, para muitas pessoas não há mesmo saída: ou elas são muito novas e precisam de “experiência”, ou tem idade acima dos cinquenta, ou tem família para cuidar e não podem se arriscar, ou … Bem, se estes grupos acima forem desconsiderados, ainda sobram milhões de pessoas que preferem sofrer no trabalho a procurar algo melhor.

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Mas, a pesquisa foi mais a fundo e tentou entender as reais razões por trás do que foi mencionado no quadro acima. As respostas foram tabuladas e agrupadas em cinco grandes grupos, que vamos mostrar nos próximos posts, mas por hoje já vamos ficar com o primeiro grupo.

Quais são os medos que impedem as pessoas de procurarem um emprego melhor?

Nossa última publicação tratou do primeiro grupo: o medo de abandonar o empregador.
Nesta publicação vamos falar sobre o segundo grupo.
Segundo grupo: muitas pessoas têm medo de conseguir um novo emprego porque sua identidade está ligada ao seu trabalho atual.

As pessoas muitas vezes se refugiam em seu título, na empresa em que trabalham para reforçar sua autoestima. Quando esse é o caso, a ideia de fazer a transição para um novo emprego pode parecer que elas estão mudando sua identidade – e não apenas o que elas fazem para pagar as contas. E isso pode ser tão perturbador quanto olhar no espelho e ver a cara de alguém em vez da sua própria.

Você já viu anúncios de emprego no qual a empresa cita como benefícios: celular, laptop, estacionamento, etc.? Este tipo de coisa é benefício ou é necessário ao trabalho? Mas, muitas pessoas se sentem importantes com este tipo de coisa e acabam fazendo o jogo da empresa. Ah, e não podemos esquecer do relógio no aniversário de dez anos de empresa.

Enfrente seu medo: a sugestão aqui é que você se conheça melhor antes de dar um salto. Entenda seus pontos fortes e como você pode e quer contribuir para uma organização. Uma maneira simples de explorar isso é praticar a autoafirmação. Nunca se esqueça: você é mais do que apenas o seu trabalho. Você é um ser complexo e equilibrado, com interesses, qualidades e habilidades diversas. Não se trata aqui de construir uma falsa imagem. Nada disso. Trata-se apenas de você fazer um inventário do que você é realmente e partir para a ação.

Nos acompanhe nas próximas edições quanto às outras razões.

Você trabalha demais e não tem tempo para melhorar seu curriculum

Você já pensou no EAD ou Ensino à Distância?



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SOBRE O AUTOR:

Vladimir de Lima

Vladimir , cofundador da MUPE, tem grande experiência nas áreas operacionais e de gestão em empresas de nacionais e multinacionais, conseguindo impactantes reduções de custos de aquisição e de custos com pessoal através da implantação de processos mais racionais. Também é um entusiasta do treinamento através de abordagens práticas de problemas vividos pelas empresas, o que o levou a escrever o livro “Previsão de demanda – o básico que você precisa saber”.


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